segunda-feira, 8 de abril de 2013

Trabalho Sobre "Revolta de Beckman"


Revolta de Beckman

A base da economia do Grão-Pará e Maranhão eram as chamadas drogas do sertão: cacau, canela, castanha-do-pará, pequi, guaraná, plantas medicinais, aromáticas etc. Eram os indígenas escravizados que extraíam essas riquezas da floresta para os colonos da região. Assim, ao serem informados da proibição de se escravizar índios, os colonos protestaram e exigiram uma atitude do governo.
O governo de Portugal criou a Companhia de Comércio do Maranhão, que se comprometeu a vender africanos escravizados para os colonos, além de ferramentas e roupas de que eles necessitassem. A companhia, no entanto não cumpriu o prometido: além de não trazer os africanos para o Maranhão, a companhia falsificava pesos e medidas, cobrava caros pelos produtos que vendia e pagava barato aquilo que comprava da região.
Revoltados, os colonos, liderados por Manuel Beckman, invadiram os armazéns da Companhia de Comércio do Maranhão e o colégio dos jesuítas em São Luís, dando início, assim, à revolta de Beckman (1684).
O governo português enviou soldados ao Maranhão, que reprimiram os rebeldes e condenaram a morte de seu principal líder. Mas, ao mesmo tempo, atendeu ás exigências dos colonos: extinguiu a Companhia de Comércio do Maranhão e voltou a permitir a escravização dos indígenas.






Referencias: Livro- História Sociedade e Cidadania, Aufredo Boulos Junior 8, Editora FTD Edição Reformulada

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Trabalho sobre Anúncio Publicitário


ANÚNCIO PUBLICITÁRIO


O gênero em questão compõe-se da seguinte estrutura:
- Manchete ou título principal – Apresenta-se grafado de forma bastante evidente, com vista a chamar a atenção do leitor.
- Título auxiliar – Funciona como uma espécie de complementação do título.
Lide (do inglês lead) – Corresponde ao primeiro parágrafo e normalmente sintetiza os traços peculiares condizentes ao fato, procurando se ativer aos traços básicos relacionados às seguintes indagações: Quem? Onde? O quê? Como? Quando? Por quê?
                 - Corpo da notícia – Revela uma informação mais detalhada acerca do fato evidenciado. 
                  O anúncio publicitário constitui-se das seguintes partes:
Título – Geralmente representado por um discurso criativo e atraente, tendo em vista a finalidade do gênero em questão;
Corpo do texto – Nesta parte desenvolve-se a mensagem propriamente dita;
Identificação do produto ou marca – Tal parte funciona como uma assinatura do anunciante, podendo também ser acrescida do chamado Slogan – cujo intuito é dar maior ênfase à divulgação do produto em evidência, tais como muitos dos quais já temos conhecimento, como, por exemplo: Havaianas, as legitimas.
A notícia, pertencente ao cotidiano jornalístico, tem por finalidade informar ao leitor e/ou ouvinte acerca de um determinado acontecimento que circunda mediante as esferas sociais. Já o anúncio publicitário tem por objetivo persuadir, convencer, o consumidor a adquirir este ou aquele produto.
Uma das diferenças que demarca tais gêneros, senão a principal, diz respeito à linguagem, pois enquanto o anúncio publicitário retrata uma linguagem mais subjetiva, revelando um tom conotativo, a notícia, integrando os gêneros textuais do ramo jornalístico, possui uma linguagem puramente objetiva, visto que o emissor, no caso o repórter, apenas se limita a transmiti-la de modo imparcial, abstendo-se de quaisquer impressões pessoais que porventura a ela seriam atribuídas.
Um dos aspectos que nos chama a atenção é o fato de os verbos estarem no modo imperativo, visto que a intenção é estimular o consumidor a agir de uma determinada forma. Outro aspecto é que a linguagem permite ao receptor fazer múltiplas interpretações do discurso ora apresentado, dado o emprego do tom conotativo. Em um dos anúncios podemos inferir que “sorrisinho amarelo” pode perfeitamente se referir a um sorriso sem graça, sem brilho. Quanto ao outro anúncio, identificamos a presença de uma figura de linguagem denominada prosopopeia  a qual consiste em atribuir qualidades ou ações a seres inanimados, como podemos observar no exemplo “Não ponha os medicamentos ao volante”, uma vez que o sentido se refere ao perigo de o condutor estar sob o efeito de medicamentos.


Referencias: Brasil Escola


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